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sábado, agosto 16

Devaneios alucinantes

Não vejo o sol!

Não vejo a lua!

Há razão me foge

em loucuras de amor

e desejo.


Seus negros olhos!


Seus cabelos lisos!


As vezes mulher!

As vezes menina!


As vezes sereia!


Rainha dos rios,


eu respondo


ao seu doce cantar


Em devaneios alucinantes


Mitos e verdades


Misturam-se


em meus neurônios

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